sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Achava belo, a essa época, ouvir um poeta dizer que escrevia pela mesma
razão por que uma árvore dá frutos. Só bem mais tarde viera a descobrir ser um
embuste aquela afetação: que o homem, por força, distinguia-se das árvores, e
tinha de saber a razão de seus frutos, cabendo-lhe escolher os que haveria
de dar, além de investigar a quem se destinavam, nem sempre oferecendo-os
maduros, e sim podres, e até envenenados.

Osman Lins: Guerras sem testemunhas

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Aquela q tem mtos sonhos, q quer realizar um monte deles,mas n sabe exatamente por onde começar... aquela que ateh passa pelas dificuldades da vida com um sorriso no rosto e cabeça erguida,mas q se abate profundamente qdo n tem quem ama por perto. Aquela q n conseguiria se descrever msm com bilhões de caracteres desse perfil, cujo qual ainda n chegariam nem perto da infinidade de certezas e contradições q a torna mais q peculiar.