quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

E o q me resta?

  ... gosto de sorrir, de amar e de paz! Muita paz..nem sempre calmaria! Porém paz..


    Nem sorriso, nem amor e nem paz! Tentei me apegar a Deus, mas Deus já morreu em mim há mto tempo! E agora? Me apego a kem? Ao diabo? Acho q mesmo se ele existisse de acordo com o dito popular ele naum me faria bem! E meus amigos? Ah esses sim n me deixariam na mão, mas prefiro não importuná-los com meus lamentos nem sempre com nexo e quase sempre sem motivos aparentes. Minha família? Estão mais preocupados em fazer de mim uma doutora como dizem eles, sendo assim, estou sozinha novamente pra secretar os meus lamentos e os meus venenos! Eh, então só me resta curtir a minha solidão com meus amigos inanimados, meu quarto, meus livros, meu computador e meus textos medíocres...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Amor que não se repete

A inocência que outrora reluzia aos olhos de quem acompanhava...
A cofiança que havia a ponto de se entregar por inteiro...
O otimismo, achando que tudo sempre vai dar certo..
E o respeito mútuo...
Felicidade que transborda e de tanto querer bem torna-se quase um sonho, como se aquilo não fosse possível...
É o não pensar nos fatos em seus pormenores...
Sem falar na magia que faz parecer tudo um conto... de fadas...
O pensamento focalizado no mesmo lugar...
E o tempo que passava sem que alguém ao menos visse...
Como se o universo conspirasse a favor...
E as borboletas no estômago sempre faziam-se presente!
Nada mais existe!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Achava belo, a essa época, ouvir um poeta dizer que escrevia pela mesma
razão por que uma árvore dá frutos. Só bem mais tarde viera a descobrir ser um
embuste aquela afetação: que o homem, por força, distinguia-se das árvores, e
tinha de saber a razão de seus frutos, cabendo-lhe escolher os que haveria
de dar, além de investigar a quem se destinavam, nem sempre oferecendo-os
maduros, e sim podres, e até envenenados.

Osman Lins: Guerras sem testemunhas

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Parada no tempo...


Como se o q fiz esse tempo todo n tivesse me valido. Parei no tempo, não evoluí, não construí, n aprendi, nem amei, nem me diverti, nenhum acrescento!


De uma insatisfação tamanha. Um vazio q nunca eh preenchido. Como se nada suprisse a minha necessidade e fosse tudo banal. Necessidade de q? Qria apenas me encontrar e viver. Onde está minha vida? O q fiz com ela? Essa sede insaciável de aventuras e coisas novas já deu no saco, quero calmaria e ter minha vida de volta, se assim for possível. Quero minha faculdade, meu trabalho, meu namorado, minha família, concertar as coisas... uma vida normal, sem farras q n me acrescentam em nada, nem pessoas sem conteúdo, nem bares e ressacas físicas e morais, sem falsas verdades e conceitos prévios...
quero tudo real, preto no branco.
Quero confiar
, já cansei de joguinho, deixar rolar e tornar td o mais normal possível.

Quem sou eu

Minha foto
Fortaleza, Ceará, Brazil
Aquela q tem mtos sonhos, q quer realizar um monte deles,mas n sabe exatamente por onde começar... aquela que ateh passa pelas dificuldades da vida com um sorriso no rosto e cabeça erguida,mas q se abate profundamente qdo n tem quem ama por perto. Aquela q n conseguiria se descrever msm com bilhões de caracteres desse perfil, cujo qual ainda n chegariam nem perto da infinidade de certezas e contradições q a torna mais q peculiar.